Apesar do desafios econômicos enfrentados pelo Paquistão, o país conseguiu manter o desenvolvimento dos seus programas de modernização que tem por objetivo fortalecer as capacidades de suas forças militares armadas. Recentemente foi revelado um relatório sobre o progresso dos seus programas de defesa.
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Os esforços para melhorar as capacidades blindadas incluem encontrar soluções nacionais para substituir componentes importados, dentre estes estão listados os seguintes itens:
- A fabricação de unidades de força auxiliar para os blindados "Al-Zarrar" e "T-80 UD".
- O desenvolvimento e testes de munição perfurante de blindagem SABOT FSDS-T.
- O desenvolvimento do periscópio de imagem térmica e visão noturna para condutos dos MBTs.
- Montagem de motores para os MBts Al-Khalid e T-80UD.
- Atualização de 160 MBTs Type-85 II-AP de origem chinesa.
- Atualização do T-80UD.
- Atualização dos VBTP M113.
- A atualização do MBT type-59 para a versão "Al-Zarrar".
- A produção de 20 blindados "Al-Khalid I", além do desenvolvimento final do "Al-Khalid II" (com um pacote de força aprimorado e sistema de controle de fogo / controle de armas novo).
O Paquistão também desenvolve sua própria VBCI (Viatura Blindada de Combate de Infantaria, ou IFV no inglês), o qual está sendo desenvolvido pela estatal HIT, denominado "Viper", tendo como plataforma o M-113. O protótipo foi exibido durante a IDEAS2018, onde se apresentava armado com uma torre não tripulada Slovak Turra 30 de 30mm.
A infantaria recebeu um importante incremento em suas capacidades antitanque, onde o Paquistão comprou um lote do sistema de mísseis guiados antitanque Kornet-E da Rússia, além de adquirir um lote do sistema antitanque espanhol Alcotán-100.
No campo aéreo, o Paquistão manteve investimento principalmente no programa JF-17. assinando um acordo para produção da variante biposto avançada do Block III em maio do ano passado. O programa também manteve a integração de melhorias nas versões anteriores do caça JF-17 paquistanês, as quais passaram a contar com a capacidade de reabastecimento em voo (REVO) e a integração e compra de mísseis anti-navio supersônicos CM-400AKG chineses, o que conferiu maior capacidade de atuação na defesa marítima.
Novos mísseis ar-ar e bombas inteligentes estão sendo integrados ao JF-17, que tem registrado um aumento no ritmo de produção, qual passou de 16 aeronaves por ano, para 24 aeronaves por ano, ritmo que deve ser mantido com a entrada em produção do Block III, variante mais moderna que esta equipado com radar AESA. Segundo fontes, a produção pode ser ampliada para atender possíveis exportações do JF-17, o qual tem sido avaliado em diversos países como provável novo vetor.
Há relatos que mesmo diante dos desafios econômicos e orçamento arrochado, o Paquistão estaria planejando inserir modernizações em sua frota de JF-17 Block I e II, dentre essas melhorias, estaria a integração do radar AESA nestas aeronaves, o que deve ocorrer após a conclusão de entrega das aeronaves Block III.
É preciso refletirmos sobre nossas prioridades e os valores de nossa sociedade, principalmente sobre nosso Estado e como este funciona e emprega os recursos obtidos com nosso trabalho e suor, pois somos o Brasil e cabe a nós dirigir os rumos dessa enorme nação.
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com agências
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